Luciana Genro

PSOL brilha com intensidade

13 de agosto de 2010 11h52

Reprodução/JC

Nesta quinta-feira, 12, o brilho do PSOL ficou mais intenso e conseguiu furar o bloqueio das nuvens negras da mídia, mostrando nosso programa com mais clareza. Pela manhã, o candidato ao Piratini Pedro Ruas, acompanhado do presidente estadual do partido, Roberto Robaina, candidato a deputado estadual, e da vereadora em Porto Alegre, Fernanda Melchionna, coordenadora da campanha, apresentou o programa de governo ao presidente do Grupo Record RS, Natal Furucho. Resultado, uma página no jornal Correio do Povo, enfatizando os dois eixos centrais: combate à corrupção e auditoria da dívida pública.

No início da tarde, foi a vez de Fernanda apresentar e defender essas propostas, num debate na rádio Band AM. O brilho continuou iluminando os eleitores gaúchos.

No Jornal Nacional, da Rede Globo, nosso presidenciável, Plínio de Arruda Sampaio, não só brilhou com suas defesas da reforma agrária, dos movimentos sociais e da auditoria da dívida pública, como questionou fortemente os critérios da emissora para dar espaço aos partidos, mostrando a manipulação em favor dos candidatos burgueses.

E, finalizando a jornada, Pedro Ruas brilhou intensamente no debate da TV Bandeirante, tornando-se o condutor dos questionamentos sobre a corrupção, a opção pelo pagamento da dívida e o calote social nos governos de Yeda Crusius, Lula, e do ex-prefeito José Fogaça.

Contra o candidato do governo Lula, Tarso Genro, Ruas apontou a política de alianças espúrias, origem de toda a corrupção na política. Contra Yeda, reiterou as denúncias do partido sobre o escândalo do Detran, com o desvio de mais de R$ 40 milhões, e da Operação Solidária, com o rombo de R$ 300 milhões nos cofres públicos. Já Fogaça ficou engasgado ao ser questionado sobre sua barreira contra a CPI da Saúde, que está trancada na Câmara de Vereadores. Ruas mostrou a gravidade dessa situação, em que houve um desvio de R$ 10 milhões da Secretaria Municipal da Saúde, que resultou no assassinato do secretário Eliseu Santos, denunciado pelo Ministério Público. A bancada governista na Câmara insiste em negar a investigação parlamentar.


Fonte: fernandapsol.com.br