Luciana Genro

Correio do Povo, 21 de junho de 2010

21 de junho de 2010 11h56

PSol homologa candidatura de Pedro Ruas ao Piratini

Ruas (ao lado de Luciana Genro) pretende questionar pagamento da dívida com a União Crédito: Cristiano estrela

A candidatura do vereador e advogado trabalhista Pedro Ruas ao Palácio Piratini foi oficializada no sábado, durante convenção estadual do PSol, em Porto Alegre. Marliane dos Santos foi confirmada como vice da chapa majoritária, que foi completada com as indicações de Luís Carlos Lucas e Bernadete Menezes ao Senado. O partido homologou ainda 38 candidaturas a deputado estadual e 33 a federal. Durante discurso na convenção, Ruas disse que o seu plano de governo terá dois eixos. O primeiro prevê o questionamento da dívida do Estado com o governo federal, que, segundo o candidato, consome mensalmente 18% da receita dos cofres públicos. A intenção é cancelar a renegociação dos passivos. “Esses recursos poderiam ser aplicados em saúde e educação”, considera Ruas. O segundo eixo é o combate à corrupção, bandeira permanente do PSol. No primeiro momento, no entanto, o foco das atividades partidárias será qualificar o discurso da militância.

A deputada federal Luciana Genro, confiante na expansão da sigla, diz que alimenta boas perspectivas eleitorais. “Crescemos muito e hoje temos representação do PSol em todas as regiões do Estado”, afirmou.

Incentivo à leitura terá plano municipal

A presidente da Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereadora Fernanda Melchionna (PSol), convocou uma audiência pública em conjunto com a Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) para o dia 1 de julho. Na ocasião, será lançado o Plano Municipal de Incentivo à Leitura, elaborado pela Frente Parlamentar da Capital em conjunto com a Câmara Rio-Grandense do Livro.

Ao participar do lançamento da Frente Parlamentar Gaúcha de Incentivo a Leitura na Assembleia Legislativa, Fernanda convidou seu presidente, deputado Miki Breier (PSB), para participar do evento.

Bibliotecária de formação, Fernanda ressaltou que o direito à leitura tem que ser uma política de Estado, não de governo, para garantir sua permanência. Ela lembrou a luta de livreiros, escritores e seus colegas bibliotecários para a disseminação desse hábito que pode servir como ferramenta de transformação da sociedade atual.