Luciana Genro

Em debate na UniRio, Luciana Genro conclama centenas de jovens às ruas na reta final da eleição

18 de setembro de 2014 21h19

Por Redação #Equipe50

Crédito: Divulgação PSOL

Crédito: Divulgação PSOL

Nesta quinta-feira (18), em debate com estudantes na UniRio, a candidata do PSOL à Presidência da República, Luciana Genro, convocou os jovens a se engajarem na construção de um novo Brasil, saindo às ruas para mostrar a sua vontade de mudança na reta final da campanha. “Quem não pode ir pra rua e só pode nos ajudar nas redes sociais está dando uma grande ajuda. É muito importante estar nas redes sociais, mas é fundamental também a gente ir para a rua”, afirmou a presidenciável.

O evento, coordenado por estudantes da instituição, contou com a presenças de lideranças do PSOL como o candidato ao governo do RJ, Tarcísio Motta, o candidato ao Senado, Pedro Rosa, o candidato a deputado federal Chico Alencar e os candidatos a deputado estadual Marcelo Freixo e Professor Josemar, além do vereador da Câmara do Rio Renato Cinco.

Luciana também ressaltou o diferencial que a sua campanha e a militância do PSOL têm em relação aos representantes do sistema. “Os outros candidatos têm muito dinheiro, mas só têm dinheiro para comprar os braços das pessoas. Eles não conseguem comprar a convicção das pessoas. Portanto, aqueles cabos eleitorais que vão para a rua pagos não têm capacidade nenhuma de convencimento, e vocês têm. Vocês são uma multidão capaz de convencer e de converter para a luta milhares de pessoas. Então, vamos às ruas, vamos fazer essa disputa voto a voto”, conclamou a candidata.

Coerência no segundo turno

Crédito: Divulgação PSOL

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Em entrevista à imprensa, Luciana afirmou que as pesquisas induzem os eleitores a acreditarem que só três candidatos, mas destacou que, se todas as pessoas que têm manifestado apoio a suas ideias votarem no PSOL, há chance de crescimento e até de chegada ao segundo turno da eleição. “Se eventualmente não chegarmos, o PSOL nunca apoiou ninguém no segundo turno e eu não creio que vá apoiar alguém em 2014, até porque os três candidatos do sistema defendem a mesma política econômica e, portanto, vão manter tudo como está. Sem mudar a política econômica, não há como atender às demandas do povo por mais direitos. Portanto, o PSOL estará na oposição, se não for governo” disse a presidenciável.