Luciana Genro

Aposentadoria digna, sem reforma da Previdência que retire direitos

De acordo com o IBGE, a expectativa de vida no Brasil alcançou os 79,4 anos para as mulheres e 72,2 anos para os homens. São mais de 30 milhões de idosos no país. E Porto Alegre está em primeiro lugar entre as capitais com o maior percentual de população idosa. Segundo a organização ObservaPoa, 15,04% do total de habitantes da cidade, em 2010, tinha 60 anos ou mais de idade.

Luciana Genro sempre pautou sua vida pública pela defesa de uma vida digna para a população idosa. Tanto é que em 2003 foi expulsa do PT justamente por votar contra a reforma da Previdência feita pelo governo Lula, que institui a cobrança previdenciária sobre os benefícios dos aposentados no serviço público. Também esteve na linha de frente da oposição à reforma da Previdência que o governo Temer tentou implementar, indo para a grande marcha em Brasília contra esta medida – onde, junto com o restante dos manifestantes, sentiu na pele os efeitos da repressão contra o protesto, com a chuva de bombas de gás lacrimogêneo que dispersou a mobilização.

Previdência pública e aposentadoria digna

Em 2014, quando disputou a presidência da República, Luciana Genro defendeu a manutenção de um sistema previdenciário público e justo. “Reafirmamos o compromisso que temos com as gerações passadas, atuais e futuras na defesa de um Regime Previdenciário público e que ofereça aposentadorias e pensões dignas e compatíveis com a enorme contribuição dada pelos trabalhadores ao nosso país”, escreveu em seu programa de governo. Entre as medidas defendidas por Luciana estão a vinculação do reajuste das aposentadorias ao reajuste do salário e recuperação das perdas, e o fim da cobrança dos inativos.

Cumprimento do Estatuto do Idoso

O Estatuto do Idoso é fruto da mobilização de diversas entidades e profissionais da saúde, da assistência social e dos direitos humanos, que conseguiram garantir sua aprovação no Congresso. São 118 artigos que reforçam a garantia de direitos aos idosos e preveem punição para quem descumpri-los. É preciso garantir que o Estatuto do Idoso seja respeitado e implementado por todos os órgãos públicos.

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