Luciana Genro

Alimentos livres de agrotóxico e apoio à agricultura familiar

Os dados do último Censo Agropecuário do governo federal informam que a agricultura familiar é a base da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. O setor representa 40% da população economicamente ativa do país e 70% da mão de obra empregada no campo, sendo responsável por um faturamento anual de R$ 55,2 bilhões. É neste modelo de desenvolvimento agrário que apostamos: pequenas e médias propriedades rurais comandadas por famílias que cultivam alimentos para o consumo no mercado interno de forma ecológica.

Luciana Genro sempre esteve ao lado dos pequenos agricultores e dos sem-terra contra as práticas violentas e predatórias do agronegócio. O latifúndio prejudica o meio ambiente, promove uma concentração desigual da terra nas mãos de poucos e produz grãos para o mercado externo ao invés de alimentos para o povo.

Comida saudável e sem veneno

Luciana Genro é contrária ao PL do Veneno (Projeto de Lei 6299/02), que tramita na Câmara dos Deputados e promove um retrocesso na atual Lei dos Agrotóxicos. Se a lei for aprovada, os ministérios da Saúde e do Meio Ambiente seriam excluídos do processo de análise e registro dos agrotóxicos, afrouxando a fiscalização sobre os produtos. Além disso, substâncias de alto risco proibidas em outros países passariam a ser permitidas no Brasil. Defendemos uma agricultura livre de agrotóxicos, com incentivo à produção orgânica e familiar.

 

Paz no campo

Setores reacionários da política apostam no acirramento dos ânimos no interior do Rio Grande do Sul, especialmente no que diz respeito à relação entre pequenos agricultores e comunidades indígenas e quilombolas em algumas regiões do estado. Querem vender a ideia de que os produtores rurais precisam se armar para enfrentar um inimigo, fabricando disputas artificiais e manipulando o medo das pessoas como forma de conquistar votos. O mandato de Luciana Genro na Assembleia Legislativa atuará para estabelecer canais de diálogo entre ambas as partes sempre que houver um conflito desta natureza.

Reforma agrária para democratizar a terra

A reforma agrária é uma medida democrática fundamental que nunca foi plenamente implementada no Brasil. O governo do estado deve mapear os latifúndios improdutivos no Rio Grande do Sul e adotar uma política de expropriação, via indenização de seus proprietários, para definir em conjunto com agricultores familiares e sem-terra a distribuição de pequenos e médios lotes de terra.

Permanência dos jovens no meio rural

O governo do estado precisa investir em educação no meio rural para que os jovens tenham uma perspectiva de futuro. Uma das grandes queixas dos agricultores familiares é que seus filhos já não querem permanecer no campo, pois a ausência de incentivos à juventude no setor acaba fazendo com que muitos tentem a vida nas grandes cidades.

—-> Quer saber o que mais defendemos para a agricultura? Veja o programa completo de Roberto Robaina e da Professora Camila ao governo do estado!